A brasileira Silvilene Rocha, de 37 anos, natural de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais, foi perseguida e morta à facadas nesta quarta-feira (15), na cidade de Marche-en-Famenne, na Bélgica.
Vestígios de sangue foram encontrados ao longo de vários metros na via pública, na avenida de la Toison d’Or onde o crime teria acontecido. Uma testemunha disse à TV Lux, da Bélgica, que tentou ajudar a vítima, que teria ficado com ferimentos profundos na cabeça. “Cena de extrema violência”, disse.
Segundo a emissora, um homem de 20 anos confessou o crime e foi preso. Agora, um julgamento na tarde de sexta-feira (17) decidirá se prorroga o mandado de prisão expedido contra ele pelo juiz responsável pelo caso.
A companheira de Silvilene, de 26 anos e também brasileira, estava junto e ficou gravemente ferida. Ela teria conseguido fugir do local do ataque, recebeu tratamento médico e não corre o risco de morrer.
Autoridades policiais da cidade ainda investigam a motivação do crime. Eles também relataram à mídia local que a casa onde as duas moravam era alugada e tinha suspeita de ser usada para prostituição.
Ainda conforme a imprensa belga, três de quatro pessoas que haviam sido detidas foram liberadas após o andamento da investigação.
Em nota, o Itamaraty disse à Jovem Pan que está em contato com a família de Silvilene. “O Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Bruxelas, presta assistência consular à nacional brasileira e aos familiares”, escreveram.

