Sob Lula, estatais registram rombo histórico de R$ 7,4 bi

Entre janeiro e maio de 2026, as empresas estatais brasileiras registraram um prejuízo histórico de R$ 7,4 bilhões, superando o rombo de R$ 5,9 bilhões do ano anterior. O resultado negativo foi impulsionado principalmente pelas despesas de janeiro, que somaram R$ 4,869 bilhões, e continuou em fevereiro, março e abril, com perdas de R$ 568,14 milhões, R$ 468,55 milhões e R$ 1,78 bilhão, respectivamente, apresentando um leve superávit de R$ 273,35 milhões em maio.

As empresas estatais brasileiras acumularam um prejuízo de R$ 7,4 bilhões de janeiro a maio de 2026. O balanço do Banco Central (BC) confirma que o resultado negativo atual representa o maior buraco financeiro da história para o período. O colapso das contas públicas sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste primeiro semestre já supera todo o rombo do ano de 2025, quando as companhias fecharam o calendário com saldo negativo de R$ 5,9 bilhões.

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O desempenho atual também equivale ao dobro do prejuízo verificado no mesmo intervalo do ano anterior, que havia fechado em R$ 3,6 bilhões. As despesas de janeiro lideraram o naufrágio financeiro do setor, com um saldo vermelho de R$ 4,869 bilhões. O caixa seguiu no vermelho em fevereiro, com perdas de R$ 568,14 milhões; em março, com R$ 468,55 milhões; e em abril, com R$ 1,78 bilhão, registrando um leve alívio apenas em maio, com superávit de R$ 273,35 milhões.

Companhias controladas pelo governo federal lideram o prejuízo

De acordo com os dados do BC, o governo federal responde pela maior fatia do descontrole orçamentário das corporações públicas. As estatais administradas pela gestão petista em Brasília somaram R$ 5,9 bilhões de déficit de janeiro a maio. Os governos estaduais acumularam perdas de R$ 1,5 bilhão no mesmo período, enquanto as gerências municipais salvaram a ponta final do relatório com um saldo positivo tímido de R$ 95 milhões.

O indicador acumulado dos últimos 12 meses terminados em maio exibe um rombo consolidado de R$ 6,7 bilhões. Os técnicos do BC retiram os números da Petrobras do Relatório de Estatísticas Fiscais. A autoridade monetária justifica o corte por causa do tamanho da petroleira, que opera sob regras de mercado idênticas às de firmas privadas de capital aberto e possui independência para buscar financiamento internacional.

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