Polícia indicia mulher por agredir filha de Oswaldo Eustáquio

A 1ª Delegacia de Polícia da Asa Sul, da Polícia Civil do Distrito Federal, indiciou Iasmin Pinheiro por lesão corporal contra Mariana Eustáquio, de 18 anos, filha do jornalista Oswaldo Eustáquio. O caso se refere a uma briga ocorrida em um bar de Brasília.

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Segundo a investigação, imagens de segurança mostram o momento em que Iasmin puxa os cabelos de Mariana, que cai ao chão aparentemente desacordada. A confusão ocorreu no Contexto Bar, no Setor de Clubes Sul, depois do jogo entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo.

Mariana contou à polícia que tentou ajudar uma amiga durante a briga e teve os cabelos puxados por Iasmin. Segundo o depoimento, ela caiu para trás, bateu a cabeça e perdeu a consciência.

A jovem afirmou ainda que, segundo relatos de terceiros, pode ter sido pisoteada enquanto estava desacordada. Ela foi levada ao Hospital Santa Lúcia, onde exames identificaram uma fratura na vértebra L2 da coluna lombar e um hematoma na cabeça.

A polícia também indiciou Giovanna Fernandes, amiga de Mariana, por lesão corporal. Segundo a investigação, ela e Iasmin trocaram agressões físicas durante a confusão.

Redes sociais de Mariana Eustáquio

Em 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) bloqueou as redes sociais de Mariana Eustáquio. O ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão dos perfis da jovem no Instagram e no X.

A medida partiu da suspeita de que Eustáquio utilizaria as contas da filha para contornar restrições judiciais impostas a ele.

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A defesa de Mariana afirmou que ela dependia das redes sociais para exercer atividade como influenciadora digital e custear os estudos. O argumento entrou em análise do Judiciário durante o período de suspensão dos perfis.

Em setembro de 2025, o STF autorizou a retomada das contas. A decisão permitiu a reativação dos perfis, com a exigência de exclusão de conteúdos considerados ilícitos.

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Atualmente, Eustáquio vive na Espanha e tem mandados de prisão em aberto no Brasil. Moraes expediu as ordens judiciais. A Justiça investiga o jornalista por supostos crimes de ameaça e corrupção de menores. O inquérito também aponta tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. As acusações se referem aos atos do 8 de janeiro de 2023. Ele nega todas as práticas.

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