
Quase 20 dias após sair de casa, no Sítio Olho D´água, zona rural de Icó, e ser dado como desaparecido pela família, o aposentado Adálio Caetano da Silva, de 89 anos foi achado morto, na tarde de ontem (28), com estado avançado de putrefação, em um matagal, nas margens do Sítio Maia, na mesma cidade.
Após informações anônimas a cerca da possível localização de onde estava Adálio, os policiais Canabarro e Vitor se deslocaram até a região supracitada na companhia de dois cães farejadores que, após minuciosa busca, acharam a vítima sob galhos. Devido ao estado em que o corpo se encontrava, não foi possível analisar se havia marcas de tiros ou lesões cometida por terceiros, entretanto, seu filho Manoel Caetano da Silva, o “Damião”, antecipa:
“Ele não tinha inimigos; sempre foi um senhor muito educado e reservado. Por volta de três semanas atras, ele saiu de casa dizendo que iria para o Sítio Coqueiro e desde então, não foi mais visto”. A polícia seguirá duas linhas de investigações, latrocínio (roubo seguido de morte) ou morte natural.
O rabecão do município de Iguatu foi acionado para remanejar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido ao exame de necropsia. O delegado regional de Icó, Marcos Sandro, acredita que o exame do IML contribuirá com o avanço das investigações.
RECAPTURADO – A farra de um fujão da cadeia de Icó durou apenas oito dias. Francisco Laverno Leandro de Lima, 30 anos, acusado de tentativa de homicídio; lesão corporal e porte ilegal de arma foi retirado da cela onde se encontrava com demais detentos pelo diretor da cadeia para consertar um ar condicionado e acabou fugindo pela porta da frente.
Por volta das 23 horas de ontem (29), o fugitivo trafegava em uma moto Honda CG 125, placa NRA – 2199, pela BR 116, proximidades da comunidade Bertioga, quando foi abordado por uma viatura da Polícia Rodoviária Federal que realizava uma blitz na rodovia.
Sem portar nenhuma documentação, Laverno confessou ter fugido da Cadeia e foi preso pelos policiais que o remanejaram ao cárcere.
Agência Miséria

