Adelio Bispo de Oliveira, identificado como autor do atentado com faca ao candidato à presidência Jair Bolsonaro na tarde desta sexta-feira (06/09) em Juiz de Fora (MG), Adelio Bispo de Oliveira, foi filiado ao PSOL de Uberaba (MG). Ele esteve entre os filiados à legenda entre 2007 e 2014, quando pediu para deixar o partido. As informações constam do registro de filiados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A informação é da revista “Piauí”, que cita Luis Boundens, presidente da Federação dos Agentes da Polícia Federal (Fenapef), que conversou com homens que faziam a escolta do candidato.
“Os colegas disseram que ele imediatamente começou a dizer que estava em missão divina, o que levou o pessoal a temer pela integridade psicológica dele”, afirmou. (ANSA).
O agressor costumava postar no Facebook diversas mensagens com críticas ao candidato. Ele ainda teria participado de manifestações contra o presidente Michel Temer e pela liberação Luiz Inácio Lula da Silva.
[ads1] Bolsonaro estava em uma passeata no calçadão da cidade de Juiz de Fora, quando foi atingido. Ele foi socorrido para a Santa Casa do município. De acordo com um dos filhos do candidato, o deputado estadual Flávio Bolsonaro, o político levou três pontos e passa bem.
A maioria dos candidatos à Presidência da República repudiou o ataque na tarde desta quinta-feira.
Ciro Gomes do PDT, classificou o ataque como uma “barbárie” e disse exigir “que as autoridades identifiquem e punam o ou os responsáveis”.
“Acabo de ser informado em Caruaru, Pernambuco, onde estou, que o Deputado Jair Bolsonaro sofreu um ferimento a faca. Repudio a violência como linguagem politica, solidarizo-me com meu opositor e exijo que as autoridades identifiquem e punam o ou os responsáveis por esta barbárie.”
Geraldo Alckmin (PSDB) também condenou o ato. “Política se faz com diálogo e convencimento, jamais com ódio. Qualquer ato de violência é deplorável. Esperamos que a investigação sobre o ataque ao deputado Jair Bolsonaro seja rápida, e a punição, exemplar”, disse o presidenciável em rede social.
Marina Silva (Rede) disse que “a violência contra o candidato Jair Bolsonaro é inadmissível e configura um duplo atentado: contra sua integridade física e contra a democracia”. “Neste momento difícil que atravessa o Brasil, é preciso zelar com rigor pela defesa da vida humana e pela defesa da vida democrática e institucional do nosso País. Este atentado deve ser investigado e punido com todo rigor. A sociedade deve refutar energicamente qualquer uso da violência como manifestação política”, declarou.
O candidato do PSOL, Guilherme Boulos comentou o ataque Jair Bolsonaro em juiz de fora e disse que violência não se justifica. “Repudiamos toda e qualquer ação de ódio e cobramos investigação sobre o fato”, declarou.
João Amoêdo (Novo) disse que é lamentável e inaceitável o que aconteceu. “Independentemente de divergências políticas, não é possível aceitar nenhum ato de violência.”
“O Brasil lutou muito para voltar à democracia e a ter eleições limpas e livres. A violência não pode colocar essas conquistas em risco. Que o agressor sofra as devidas punições. Meus votos de melhoras para o candidato”, disse.
Candidata ao Senado por Minas, Dilma Rousseff afirmou achar “lamentável” o ataque, mas emendou: “Agora, incentivar o ódio cria esse tipo de atitude. Você não pode falar que vai matar ninguém, não pode falar isso”…”Agora isso não pode ficar impune”, Dilma também falou que “Você planta o ódio, colhe tempestade”
Da redacção do Portal OKariri, com informações de Noticia ao Minuto.


