A Coreia do Norte, por meio de Kim Yo Jong, irmã do líder Kim Jong-un, anunciou que continuará a expandir seu arsenal nuclear, desconsiderando os apelos internacionais pela desnuclearização, em um comunicado feito no domingo, 26. Kim Yo Jong afirmou que as armas nucleares são essenciais para a soberania e segurança do país, prometendo uma atualização constante da capacidade nuclear.
A Coreia do Norte afirmou que manterá e continuará ampliando seu arsenal nuclear, apesar dos apelos da comunidade internacional pela desnuclearização do país.
A declaração foi feita por Kim Yo-jong, irmã do líder Kim Jong-un e diretora do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, em comunicado divulgado no domingo 26.
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Segundo Kim Yo-jong, as armas nucleares representam a principal garantia da soberania e da segurança nacional norte-coreana.
Ela afirmou que a capacidade nuclear do país será “atualizada de forma constante”, sem interrupções, reforçando a posição do regime de preservar e fortalecer seu programa militar.
A declaração ocorre dias depois de ministros das Relações Exteriores da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) defenderem a desnuclearização da Coreia do Norte durante uma cúpula realizada nas Filipinas.
A tensão entre Coreia do Norte e Coreia do Sul
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O país asiático, alvo de sanções internacionais por causa de seu programa nuclear, sustenta que as armas atômicas são essenciais para conter possíveis ameaças externas.
A tensão na Península Coreana persiste desde o fim da Guerra da Coreia. Embora um armistício tenha interrompido os combates em 1953, Coreia do Norte e Coreia do Sul nunca assinaram um tratado de paz definitivo e, tecnicamente, continuam em guerra.
Pyongyang também considera a cooperação militar entre Seul e os Estados Unidos uma ameaça à sua segurança, o que contribuiu para o enfraquecimento dos esforços de reaproximação entre os dois países.
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