Dezessete imigrantes venezuelanos, incluindo um bebê de dois meses, foram resgatados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-364, em Acrelândia (AC), nesta terça-feira, 23, enquanto caminhavam em direção a Porto Velho (RO). O grupo, que havia saído do Peru com destino a São Paulo, estava em situação de vulnerabilidade social. Depois do resgate, a PRF, em parceria com instituições, organizou uma ação humanitária, oferecendo atendimento médico, alimentação e transporte.
Dezessete imigrantes venezuelanos foram resgatados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) depois de serem encontrados ao caminhar às margens da BR-364, no município de Acrelândia (AC). O grupo estava em situação de vulnerabilidade social e seguia em direção a Porto Velho (RO), distante cerca de 428 quilômetros do local onde foi localizado. Entre os resgatados havia um bebê de apenas 2 meses.
Segundo a PRF, os imigrantes haviam saído do Peru e tinham como destino final a cidade de São Paulo. Eles foram encontrados na terça-feira 23, mas a ocorrência foi divulgada pela corporação apenas nesta quinta-feira, 25. Depois do resgate, equipes da PRF do Acre e de Rondônia, em conjunto com o Escritório de Direitos Humanos da corporação, organismos internacionais e instituições parceiras, organizaram uma ação humanitária para prestar assistência ao grupo.
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Venezuelanos recebem atendimento médico de urgência
Dois imigrantes que apresentavam necessidades urgentes de saúde foram encaminhados para atendimento médico. A operação garantiu acolhimento emergencial, alimentação, transporte e encaminhamento aos serviços de proteção social, permitindo que os migrantes recebessem assistência antes de prosseguir viagem.
A PRF destacou que a atuação integrada buscou assegurar um atendimento digno diante da condição de extrema vulnerabilidade enfrentada pelos venezuelanos.
Leia também: “Imigração em massa: o alerta na Europa”, reportagem publicada na Edição 327 da Revista Oeste
O caso ocorreu antes dos terremotos que atingiram a Venezuela na noite desta quarta-feira, 24. Os fortes abalos sísmicos provocaram centenas de mortes e agravaram ainda mais a situação humanitária no país, que já enfrenta um longo processo de crise econômica, política e migratória.
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