Márcia Lobato, de 35 anos, moradora de Santarém, oeste do Pará, nasceu com uma doença rara denominada Cutis verticis gyrata, que consiste em um transtorno congênito ou adquirido, que faz com que o couro cabeludo apresente dobras e diminua os cabelos na parte afetada.
A doença é uma dermatose que se assemelha à forma do cérebro.
O transtorno pode surgir no nascimento ou após alguma doença ou sinal na pele. Márcia tem quase metade da cabeça afetada.
A paciente atualmente faz tratamento no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), mas por muito tempo ficou sem saber do que realmente se tratava. “Sempre considerei um sinal. Quando fui a Belém, descobriram um nervo gigante e, agora, um angioma gigante”, declarou.

