O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) intensificou os ataques ao Irã na noite de 17 de julho de 2026, marcando a sétima noite consecutiva de ofensivas, com foco em instalações militares e capacidades marítimas iranianas, utilizando aeronaves de combate, drones e navios de guerra. O bloqueio naval aos portos iranianos foi mantido sob ordem do presidente Donald Trump, com mais de 50 mil militares norte-americanos em alerta no Oriente Médio.
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) retomou os ataques contra o Irã no início da noite desta sexta-feira, 17. Foi a sétima noite consecutiva de ofensivas norte-americanas. Segundo o comando, a operação teve como alvo instalações de vigilância, infraestrutura de logística militar, depósitos subterrâneos de armas e capacidades marítimas iranianas.
O Centcom informou que empregou aeronaves de combate, drones, navios de guerra e outros recursos nas operações. O comando também afirmou que mantém o bloqueio naval aos portos iranianos por determinação do presidente dos EUA, Donald Trump. Segundo a nota, mais de 50 mil militares norte-americanos seguem em operação no Oriente Médio.
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A agência de notícias iraniana ISNA informou que um ataque das Forças Armadas dos EUA atingiu a área ao redor de Sirik, no sul do Irã. Além disso, de acordo com a agência Tasnim, o vice-governador iraniano de Bushehr acusou os norte-americanos de atacarem um petroleiro iraniano atracado na Ilha de Kharg.
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Paralelamente, a agência Tasnim informou que forças do Irã atacaram uma embarcação com bandeira da Tailândia no Estreito de Ormuz. O Exército do Kuwait também relatou ataques iranianos com drones contra várias instalações e acampamentos militares. As ações provocaram um incêndio e danificaram unidades de geração de energia em uma estação de eletricidade e dessalinização de água.
Além disso, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã anunciou um ataque surpresa contra a base aérea norte-americana de Al Udeid, no Catar. O grupo afirmou ter destruído um sistema de radar de longo alcance e várias aeronaves estratégicas de reabastecimento dos EUA e de causar danos graves a outros aviões.

