
Na noite desta quinta-feira (21) aconteceu na da Escola Maria Lúcia Belém Leite, o 1º festival de Leitura. Os Alunos do 9º ano A, B e C da referida escola ministraram o projeto, vale frisar que este trabalho tem o objetivo de despertar nos alunos a curiosidade e estimular a leitura de forma prazerosa.
Segundo a Professora Cleide Vasquesao (uma das coordenadoras do projeto), o gosto pela leitura deve ser estimulada na sala de aula, com o uso de diversos recursos atrativos como: músicas, filmes, piadas, charges, histórias em quadrinhos, teatro lendas, fábulas, contos, etc.
As homenagens foram através de Teatros, Histórias em quadrinhos, Maquetes representando o e Paródias.
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O festival homenageou os seguintes escritores brasileiros: .
Joaquim Maria Machado de Assis nasceu pobre e epilético. Era filho de Francisco José Machado de Assis e Leopoldina Machado de Assis (neto de escravos alforriados). Foi criado no morro do Livramento, no Rio de Janeiro. Não tendo frequentado regularmente a escola, ajudava a família como podia.
Sua instrução veio por conta própria, devido ao interesse que tinha em todos os tipos de leitura. Graças a seu talento e a uma enorme força de vontade, superou todas essas dificuldades e tornou-se em um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos.
Domingos Olímpio Braga Cavalcanti nasceu no dia 18 de Setembro de 1850, em Sobral, estado do Ceará. Formado em Direito pela Faculdade de Recife em 1873, retorna a seu Estado natal e de lá se transfere para o Pará em 1879, onde se dedica à advocacia e ao jornalismo. Republicano e abolicionista convicto, escreve contos, que espera reunir em um volume. Em 1891, muda-se para o Rio de Janeiro, se entregando às mesmas ocupações. No ano seguinte, vai a Washington, EUA, como secretário da missão diplomática encarregado de resolver o litígio de fronteiras com a Argentina. Entre 1904 e 1906, fundou e dirigiu a revista ‘Os Anais’. Faleceu no Rio de Janeiro em 6 de Outubro de 1906.
Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco perdeu os pais muito cedo, tendo infância muito difícil. De personalidade instável, casa-se aos 16 anos, depois abandona a esposa, tenta estudar medicina e, logo a seguir, direito. Uniu-se a várias mulheres no transcorrer de sua vida. Por alguns meses, a religião o arrebata – então segue para o seminário, mas pouco tempo depois volta à boêmia.
As dificuldades financeiras o levam a ingressar no jornalismo, em 1848, no Porto. Em 1861, ele e a amante, Ana Plácido, são presos, acusados de adultério. Não se separam, contudo, e quando saem da prisão passam a viver juntos, sustentados apenas pela escrita de Camilo.



