A jornalista Renata Varandas, namorada do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi demitida da TV Record em julho de 2024 depois de vazar trechos de uma entrevista com o presidente Lula, o que impactou o mercado financeiro e fez o dólar subir. Recentemente, ela foi mencionada novamente por receber valores milionários da Ambipar, empresa envolvida em investigações de corrupção relacionadas ao Banco Master, que possui contratos de quase R$ 500 milhões com o governo Lula.
A jornalista Renata Varandas, namorada diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, já se envolveu em uma polêmica em 2024, quando foi demitida da TV Record. Na ocasião, ela divulgou trechos de uma entrevista exclusiva com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As falas repercutiram no mercado financeiro, influenciando até a alta do dólar.
O nome da jornalista voltou à tona neste final de semana depois que o site Gazeta do Paraná revelou que ela recebeu valores milionários da Ambipar, multinacional ligada a investigações de corrupção que envolvem o Banco Master. Além disso, a empresa mantém contratos de quase R$ 500 milhões com o governo Lula.
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Renata é apresentadora do programa Poder em Foco, no SBT News, e também é sócia de um escritório de lobby em Brasília. A jornalista exibia a Ambipar como vínculo em seu Instagram, mas retirou o nome da empresa da biografia pública da rede social depois da repercussão do caso. Em seguida, tornou seu perfil privado.
Demissão de Renata Varandas da Record
No dia 16 de julho de 2024, a corretora BGC divulgou aos investidores uma nota sobre a fala de Lula a respeito de cortes orçamentários e metas fiscais. O câmbio reagiu imediatamente. O dólar subiu de R$ 5,41 para R$ 5,46 por volta das 12h20 e fechou o dia cotado a R$ 5,43.
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A Capital Advice repassou as informações ao mercado. Renata Varandas era sócia dessa agência de análise política. Na ocasião, porém, a Record informou que desconhecia o vínculo da profissional com a empresa.
Renata trabalhava na emissora desde 2007. Ela cobria a política em Brasília e atuava como âncora substituta do Jornal da Record ao lado de Celso Freitas. A conduta da jornalista violou o acordo de exclusividade dos profissionais da emissora. Ela confessou aos superiores o repasse da entrevista ao mercado financeiro.

