O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, fez uma declaração polêmica nesta quinta-feira, 30, ao afirmar que a Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA) deve tratar todos os compradores de gás natural de forma igualitária, comparando-os a um “caminhão de japoneses”. Ele defendeu a impessoalidade nas negociações, sem privilégios para nenhum agente econômico. A declaração ocorreu durante um evento que discutia mudanças nas regras de comercialização do gás, que incluem leilões de curto e longo prazo, com o primeiro leilão
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, fez uma afirmação preconceituosa nesta quinta-feira, 30, ao defender a ideia de que a Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA) deve tratar todos os agentes econômicos de forma igualitária. Ele disse que o gestor deve tratar os compradores de gás natural “como um caminhão de japoneses” e que “são todos iguais”.
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“Os agentes econômicos, quando procuram um gestor, eles têm que ser tratados como um caminhão de japoneses. São todos iguais. Você não tem um agente de estimação. Pelo menos é o certo para quem está servindo ao país do lado de cá da mesa”, disse Silveira. O ministro disse que a estatal deve tratar possíveis compradores de forma igualitária e sem discriminar ninguém nas negociações comerciais.
Ministro defende impessoalidade na PPSA
A PPSA é uma estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia responsável pela comercialização do gás natural da União. O evento que reuniu Silveira discutiu uma resolução do Conselho Nacional de Política Energética que muda as regras para a comercialização do produto. A medida estabelece leilões de curto prazo, entre 2026 e 2030, e de longo prazo, a partir de 2030.
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Silveira afirmou que “pelo menos é o certo para quem está servindo ao país do lado de cá da mesa”. O ministro disse que ninguém na PPSA deve ter “agentes de estimação” e que a estatal deve tratar todos os interessados sem privilégios.
O Ministério de Minas e Energia e a PPSA esperam realizar o primeiro leilão ainda neste ano. A nova regra permite a venda direta do produto ao mercado livre por meio de leilões da estatal.
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