A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) afirmou, em 1º de julho, acreditar na candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao Senado, ressaltando que a decisão é dela. Durante uma reunião para aproximar Flávio Bolsonaro das mulheres do PL, Zanatta minimizou divergências entre Michelle e Flávio, afirmando que não há racha no partido.
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) disse, nesta quarta-feira, 1º, que acredita na candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao Senado Federal. A parlamentar tratou do tema ao chegar à reunião organizada para aproximar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) das mulheres do Partido Liberal.
Segundo Zanatta, a decisão cabe exclusivamente a Michelle, mas ela acredita que a ex-primeira-dama participará da disputa eleitoral. “Isso vai ser uma decisão dela, mas eu tenho certeza que ela vai fazer a escolha de ser candidata.”
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A deputada também rebateu as interpretações de que as recentes divergências que envolvem Michelle e Flávio revelariam um racha no partido. Para ela, a situação faz parte de um processo interno e não compromete a unidade da legenda.
“Não tem atrito, é uma questão que vai ser, que está sendo resolvida.”
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Na sequência, Zanatta reforçou que o principal objetivo do PL permanece o mesmo. “Agora, a gente só vai pensar em tirar o Lula do poder e colocar o Flávio na Presidência da República.”
Zanatta comenta saída de Michelle do PL Mulher
Questionada sobre o afastamento de Michelle da presidência do PL Mulher, a deputada afirmou compreender a decisão. Segundo ela, a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro justifica a prioridade dada à família neste momento. “Compreendo e imagino o que essa mulher não está passando de ter que cuidar do marido.”
Zanatta acrescentou que Jair Bolsonaro deixou claro que sua prioridade é a família.
A parlamentar também criticou a linguagem utilizada pelo governo federal em documentos oficiais. Segundo ela, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adota termos neutros para se referir às mulheres, prática que considera inadequada.
“O governo Lula tem documentos oficiais que tratam as mulheres como pessoas que gestam. Eu não sou uma pessoa que gesta. Sou mulher. Eu sou mãe.”
Na avaliação da deputada, esse tipo de expressão promove um “apagamento” da palavra “mulher” e representa um desrespeito às brasileiras.
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