O presidente Lula da Silva, durante a abertura da 68ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul em Assunção, Paraguai, nesta terça-feira, 30, destacou sua estratégia política para as eleições de 2026, defendendo programas de seu governo e criticando indiretamente o presidente dos EUA, Donald Trump. Ele enfatizou a soberania do Brasil, citando o sistema de pagamentos PIX como uma inovação nacional, e afirmou que divergências políticas não devem comprometer os interesses do Estado.
O presidente Lula da Silva aproveitou o discurso de abertura da 68ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, nesta terça-feira, 30, em Assunção, no Paraguai, para reforçar temas que devem integrar sua estratégia política rumo às eleições de 2026.
Ao defender programas e iniciativas de seu governo, Lula também fez críticas indiretas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao exaltar o PIX e condenar medidas unilaterais que, segundo ele, ameaçam a soberania dos países.
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Lula: ataques indiretos
Sem mencionar Trump nominalmente, Lula afirmou que o Brasil não aceitará ingerências externas e defendeu a capacidade do país de desenvolver soluções próprias. Nesse contexto, citou o PIX como exemplo de inovação nacional, em referência às recentes críticas e questionamentos feitos pelo governo norte-americano ao sistema brasileiro de pagamentos instantâneos.
Ao tratar da política doméstica, Lula afirmou que as divergências eleitorais não podem se sobrepor aos interesses permanentes do Estado brasileiro. Segundo o presidente, a disputa política faz parte da democracia, mas não deve comprometer a defesa da soberania nacional nem a atuação internacional do país.
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A fala ocorre em meio ao acirramento da disputa política e ao início dos movimentos para a eleição presidencial de 2026, na qual Lula é apontado como candidato à reeleição. Ao longo do pronunciamento, o presidente procurou associar sua gestão à defesa das instituições, da integração regional e da autonomia econômica brasileira.
Antes de iniciar o discurso, Lula pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos terremotos que atingiram a Venezuela na última semana. O gesto foi acompanhado pelos demais chefes de Estado presentes à cúpula.
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