Faz dois meses que a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entrou num atoleiro que parece difícil de sair.
Começou na primeira semana de maio com a operação da Polícia Federal contra o aliado Ciro Nogueira. Aprofundou-se com os áudios em que Flávio pede dinheiro para Daniel Vorcaro. Piorou após o confronto com o eleitorado feminino e Michelle Bolsonaro.
E manteve a onda ruim com a controversa carta de Flávio ao presidente americano, Donald Trump.
Agora, vive uma disputa interna entre radicais e moderados justamente sobre como tirar a campanha do atoleiro em que se meteu.
Uma disputa semelhante à que marcou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e que foi determinante por levar à derrota dele em 2022.

