O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo recorreu à Justiça para tentar reverter sua saída do Democracia Cristã (DC). Ele objetiva manter a disputa interna pela candidatura do partido à Presidência da República em 2026.
Na ação apresentada ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Aldo pede a anulação do ato partidário que determinou a sua expulsão. O ex-ministro de Dilma Rousseff (PT) sustenta que a decisão contraria regras internas da legenda. A principal tese da defesa é que uma definição sobre candidatura presidencial precisaria passar pela convenção nacional do partido, e não apenas pela direção partidária.
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Aldo: divergências públicas
A movimentação ocorre em meio ao impasse no DC depois de o partido lançar o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa como nome para disputar o Palácio do Planalto. A entrada dele no cenário ampliou a disputa interna com Aldo, que também vinha se apresentando como pré-candidato.
A crise se intensificou nas últimas semanas. A direção do Democracia Cristã abriu procedimento disciplinar contra Aldo depois de divergências públicas e oficializou sua saída da legenda.
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Mesmo fora do partido, o ex-ministro decidiu levar o caso à Justiça. Ele afirma que a escolha do candidato precisa ser submetida aos convencionais e não definida apenas pela cúpula partidária. A avaliação na legenda é que a disputa jurídica pode prolongar a indefinição dentro do DC em um momento decisivo de articulações para a eleição presidencial.
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