Partido da extrema-direita da Alemanha reelege líderes em meio a confrontos

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) reelegeu Alice Weidel e Tino Chrupalla como líderes.
  • Os líderes foram reeleitos durante uma convenção nacional, apesar de protestos e confrontos com a polícia.
  • O AfD é atualmente o maior partido de oposição na Alemanha e a força política mais influente no leste do país.
  • A convenção coincidiu com o centenário de uma reunião do Partido Nazista, gerando controvérsia e acusações de simbolismo.

Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7

Alice Weidel está entre os líderes reeleitos na Alemanha Karina Hessland/Reuters – 04.07.2026

Os delegados da convenção nacional do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha reelegeram neste sábado (4) de forma esmagadora, seus líderes, incluindo Alice Weidel, enquanto dezenas de milhares de manifestantes tentavam interromper o encontro e alguns entraram em confronto com a polícia.

O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) buscou demonstrar unidade ao votar pela prorrogação dos mandatos de Weidel e Tino Chrupalla, que lideram o partido há quatro anos como colíderes e concorreram sem oposição neste sábado. Weidel foi reeleito com 81% dos votos, enquanto Chrupalla obteve 70%. Os partidos alemães elegem seus líderes a cada dois anos.

As manifestações em frente ao centro de convenções na cidade de Erfurt, no leste do país, refletiram como o AfD dividiu a Alemanha, mesmo tendo se tornado o maior partido de oposição em nível nacional e a força política mais influente no leste alemão anteriormente comunista.

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O evento de hoje começou no horário previsto, apesar dos protestos que os dirigentes do partido consideraram como um “direito fundamental e legalmente garantido de realizar convenções partidárias”.

“Não existem bloqueios pacíficos com pessoas sentadas. Não existem bloqueios democráticos. Nem existem gangues de arruaceiros que mereçam o rótulo inofensivo de ‘sociedade civil’. Esses agitadores são o último recurso de nossos rivais políticos”, disse Chrupalla.

A convenção do fim de semana gerou ainda mais controvérsia por coincidir com o centenário de uma reunião do Partido Nazista realizada nas proximidades, que consolidou o poder de Adolf Hitler sobre o movimento fascista. Historiadores e opositores políticos afirmam que a data carrega um simbolismo poderoso, acusação que o AfD rejeita.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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