Em 2023, o Corinthians protagonizou um dos episódios mais debatidos do futebol brasileiro. Após apenas duas partidas, o técnico Cuca deixou o clube, pressionado por protestos de torcedores, principalmente de movimentos femininos, em razão de uma antiga condenação por violência sexual na Suíça, posteriormente anulada por questões processuais. Na época, o discurso era de defesa das mulheres e de coerência com os valores da instituição.
Agora, o clube volta ao centro de outra polêmica. O Corinthians anunciou um contrato de R$ 22 milhões com uma plataforma de conteúdo adulto, pertencente a um grupo que também atua no mercado de anúncios de acompanhantes. Nas redes sociais, muitos torcedores passaram a questionar se o clube estaria adotando “dois pesos e duas medidas”: foi rígido ao lidar com o caso Cuca, mas aceitou um patrocinador ligado ao mercado de conteúdo adulto e da prostituição.
A diretoria informou que a marca não aparecerá no uniforme da equipe feminina, que continuará exibindo a campanha “Respeita as Minas”. Para parte da opinião pública, porém, essa decisão reforça ainda mais a percepção de incoerência. Afinal, se a atividade da empresa é considerada compatível com os valores do clube, por que ela não pode estar estampada também no uniforme das atletas?
E você, qual é a sua opinião? O Corinthians está usando dois pesos e duas medidas ou são situações completamente diferentes? O futebol deve impor limites aos patrocinadores ou qualquer empresa pode investir nos clubes, desde que atue dentro da lei? Deixe sua opinião nos comentários e participe desse debate.

📲 Quer ser avisado sempre que sair uma notícia nova?
É simples: clique no link, escolha um dos grupos e pronto!
➡️ Clique aqui e entre agora.

