Aílton Sousa Lopes, de 21 anos, foi vítima de acidente de trânsito no sítio Barro Vermelho, estrada que dar acesso entre o Distrito do Simão e a sede do município de Porteiras. Ele morreu na manhã de ontem, dia 22, quatro dias após dar entrada no HRC Hospital Regional do Cariri (HRC).

O acidente aconteceu na última sexta-feira (17.09), quando a vítima trafegava de moto pela estrada citada acima, Aílton chegou a ser socorrido para o hospital de Porteiras, e em seguida para o HRC, onde faleceu. Segundo informações, a família, mesmo estando sofrendo a dos da perda do parente, ainda teria tentado doar os órgãos do rapaz. Esse é um ato de nobreza.
No Brasil a doação de órgãos é uma ação muito nobre No Brasil, para ser um doador de orgãos, basta conversar com sua família sobre o seu desejo de ser doador e deixar claro que eles, seus familiares, devem autorizar a doação de órgãos, pois doação de órgãos só será feita após a autorização familiar
Existem dois tipos de doador.
- 1 – O primeiro é o doador vivo. Pode ser qualquer pessoa que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, só com autorização judicial.
- 2 – O segundo tipo é o doador falecido. São pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de catástrofes cerebrais, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).
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