
De acordo com a pesquisa do Datafolha o candidato Jair Bolsonaro (PSL), mantém a liderança da corrida ao Planalto, com 24% das intenções de voto. Essa é a primeira rodada do Datafolha após o início do horário eleitoral e depois do ataque a faca sofrido pelo presidenciável, na última quinta-feira, 6.
A pesquisa revela ainda Ciro Gomes (PDT), com 13%, Marina Silva (Rede), com 11%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 10%, e Fernando Haddad (PT), com 9%.
[ads1] O Datafolha ouviu 2.804 eleitores de 197 municípios nessa segunda-feira. A margem de erro da sondagem é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O último levantamento havia sido feito nos dias 20 e 21 de agosto, antes da propaganda gratuita dos candidatos na tevê e no rádio.
Conforme a pesquisa os candidatos que mais cresceram foram: Ciro Gomes de 10% para 13% e Haddad, de 4% para 9%.
A pesquisa Datafolha foi realizada depois de quatro dias do atentado a faca contra Bolsonaro enquanto fazia campanha na cidade de Juiz de Fora (MG) , a pesquisa sugere que o episódio de violência teve pouco efeito sobre o desempenho do presidenciável, que oscilou na margem em relação à última sondagem.
No mesmo período, entretanto, a rejeição a Bolsonaro disparou, indo de 39% para 43%. A recusa ao postulante, a maior entre os candidatos à Presidência, é significativa entre mulheres (49%), jovens (55%) e no Nordeste (51%).
Segundo Turno
O quadro de disputas no segundo turno também se agravou para o deputado federal fluminense, que permanece internado em hospital de São Paulo depois de passar por cirurgia no abdômen.
Se antes o militar só vencia Haddad na etapa seguinte das eleições, agora o petista aparece empatado com o capitão reformado, mas numericamente à frente: 39% a 38%.
Nas demais simulações, Bolsonaro é derrotado por Marina (43% a 37%), Alckmin (43% a 34%) e Ciro (45% a 35%).
Outro reflexo captado pela pesquisa é a queda vertiginosa de Marina, que despencou cinco pontos percentuais em relação à sondagem anterior, e o aumento de rejeição da candidata, que saiu de 25% para 29%, tornando-se a segunda mais recusada pelo eleitorado, atrás apenas de Bolsonaro.
À exceção de Ciro, cuja rejeição baixou de 23% para 20%, a dos demais variou na margem: a de Alckmin caiu de 26% para 24% e a de Haddad foi de 21% para 22%.
Com informações do jornal O Povo


