SANTANA DO CARIRI: Dupla leva R$ 15 mil de homem em ‘saidinha’ bancária

OKariri, por O Povo Online

 

Dois homens levaram R$ 15.000 em um roubo conhecido como “saidinha bancária” nesta segunda-feira, em Santana do Cariri, a 556km de Fortaleza. Segundo o Comando de Policiamento do Interior, um homem de 29 anos levava um malote do Banco do Brasil para uma lotérica quando foi abordado pela dupla em uma moto.

 

Ainda de acordo com o CPI, os suspeitos fugiram e ainda não foram localizados.

 

ALTO SANTO – Um trio armado fez dois homens reféns no porta-malas de um carro por cerca de três horas nesta segunda-feira, 26, na zona rural de Alto Santo, a 241km de Fortaleza. Segundo a Polícia Militar, o trio tomou um Fiesta de cor prata de assalto por volta de 17h na localidade de Vila Oriente e colocaram o motorista e passageiro no porta-malas.

 

Ainda de acordo com a PM, o trio seguiu até a localidade de Sítio Batoque, onde assaltou um estabelecimento comercial levando cofre e uma quantia em dinheiro não especificada. Após o assalto, os reféns foram liberados e o grupo fugiu no veículo.

 

Segundo as vítimas do sequestro, além do Fiesta e todos os documentos, foram levados um relógio, sete aparelhos de celular, e uma quantia de R$ 4.000,00 em dinheiro. Os suspeitos fugiram na direção de São João do Jaguaribe e foram perseguidos, mas conseguiram despistar a Polícia e seguem foragidos.

 

CAMOCIM – Quatro homens suspeitos de integrarem uma quadrilha interestadual que praticava roubos furtos e sequestros foram presos nesta segunda-feira, 26 em Camocim, no litoral oeste de Fortaleza. Segundo a Polícia Militar, o grupo foi desarticulado após investigações da Coordenadoria de Inteligência (Coin), que alertou para uma possível ação criminosa no Norte do Estado.

 

A quadrilha é suspeita de ter envolvimento direto com os assaltos e tentativas de roubo nas agências bancária de Nova Russas, Meruoca e Coreaú. De acordo com a PM, uma característica das ações do grupo é o sequestro dos gerentes das agências bancárias. Dois dos presos são naturais de São Paulo, um de Camocim e um de Aracaju, Sergipe.

 

Com eles, não foram apreendimentos nenhuma arma ou dinheiro. A polícia suspeita que esse material esteja com outro grupo da mesma quadrilha.

 

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