
Policiais militares e manifestantes entraram em confronto na tarde deste domingo, na região do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Um grupo de aproximadamente 3 mil pessoas protestava contra a má administração pública no País, quando teve início um confronto no viaduto Oduvaldo Cozzi, que liga a estação São Cristóvão ao Estádio. Tudo começou quando os manifestantes se aproximaram da entrada do Maracanã e viraram alvos da polícia, que reagiu violentamente, deixando diversos feridos nas proximidades. Um verdadeiro cenário de guerra foi criado na região e até mesmo pessoas que não tinham relação com os protestos foram prejudicadas.
Tiros de borracha, spray de pimenta e bombas de efeito moral foram lançadas contra os manifestantes. Eles gritavam “não à violência”, e a polícia jogava mais gás lacrimogêneo e disparava tiros.
Durante a concentração do protesto, os manifestantes prometiam um ato pacífico, mas não abriam mão de chegar até a porta do estádio. A polícia reforçou o bloqueio na região da estação São Cristóvão, o que prejudicou a chegada de alguns torcedores que passavam pelo local. Com a confusão, a estação, uma das principais para o desembarque de torcedores, chegou a ser fechada.
“Estava na manifestação e, quando começou a confusão, todo mundo correu e eu saí caminhando tranquilamente. Em segundos, senti uma dor horrível, quando vi que tinha sido atingido”, contou o editor de imagens, Pedro Serra, 44 anos, ferido por uma bala de borracha.
Durante o confronto, o fotógrafo Luiz Roberto Lima, das agências Estado e O Globo, passou mal por conta de gás lacrimogêneo. O profissional foi socorrido por companheiros da imprensa e por um policial da Força Nacional, que atuava no local.
Mesmo com seguranças particulares, uma equipe da Rede Globo foi expulsa da passarela que dá acesso à estação de metrô de São Cristóvão, para onde parte dos manifestantes se dirigiu, após a polícia dispersar o movimento. O repórter Edmilson Ávila, um cinegrafista e um assistente tiveram que sair às pressas do local, sob cusparadas e xingamentos. Uma garrafa plástica cheia d’água foi jogada contra os jornalistas. Parte dos manifestantes ainda tentou conter esta revolta, sob o argumento de que o repórter estava apenas fazendo o trabalho dele. Não foi suficiente para conter o ímpeto de alguns, que cercaram a equipe, que teve que sair rapidamente dali.
“O protesto é apartidário e foi convocado pela internet. Queremos um movimento pacífico”, afirmou Adolfo Vieira Tavares, estudante de direito e um dos líderes do movimento. O grupo se dirigiu para a rua Gerenal Canabarro e reclamava pelo “direito de ir e vir”.
“Estava na manifestação e, quando começou a confusão, todo mundo correu e eu saí caminhando tranquilamente. Em segundos, senti uma dor horrível, quando vi que tinha sido atingido”, contou o editor de imagens, Pedro Serra, 44 anos, ferido por uma bala de borracha.
Durante o confronto, o fotógrafo Luiz Roberto Lima, das agências Estado e O Globo, passou mal por conta de gás lacrimogêneo. O profissional foi socorrido por companheiros da imprensa e por um policial da Força Nacional, que atuava no local.
Mesmo com seguranças particulares, uma equipe da Rede Globo foi expulsa da passarela que dá acesso à estação de metrô de São Cristóvão, para onde parte dos manifestantes se dirigiu, após a polícia dispersar o movimento. O repórter Edmilson Ávila, um cinegrafista e um assistente tiveram que sair às pressas do local, sob cusparadas e xingamentos. Uma garrafa plástica cheia d’água foi jogada contra os jornalistas. Parte dos manifestantes ainda tentou conter esta revolta, sob o argumento de que o repórter estava apenas fazendo o trabalho dele. Não foi suficiente para conter o ímpeto de alguns, que cercaram a equipe, que teve que sair rapidamente dali.
“O protesto é apartidário e foi convocado pela internet. Queremos um movimento pacífico”, afirmou Adolfo Vieira Tavares, estudante de direito e um dos líderes do movimento. O grupo se dirigiu para a rua Gerenal Canabarro e reclamava pelo “direito de ir e vir”.
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