Irã avalia pagar R$ 300 milhões pelo assassinato de Trump

Ebrahim Azizi, presidente do Conselho de Segurança Nacional do Irã, disse que seu país estuda oferecer uma recompensa de € 50 milhões (cerca de R$ 300 milhões) pelo assassinato de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. A recompensa se estende à morte de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, e do almirante Brad Cooper, que preside o destacamento do Departamento de Defesa responsável pelas operações militares no Oriente Médio.

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De acordo com o Jerusalem Post, Azizi fez o anúncio na última quinta-feira, 14. O plano está em discussão por meio do projeto de lei intitulado “Ação Recíproca das Forças Militares e de Segurança da República Islâmica”. Trata-se de uma entre várias legislações destinadas a formalizar ameaças da ditadura religiosa contra líderes mundiais.

“O presidente dos EUA deve ser eliminado por qualquer muçulmano ou pessoa livre”, disse o iraniano. Ele afirmou que o assassinato seria uma retaliação à morte do aiatolá Ali Khamenei, ex-líder supremo do Irã, executado durante uma operação militar norte-americana em 28 de fevereiro.

Ali Khamenei, líder supremo da da ditadura no Irã, em foto junto com o quadro de Ali Khamenei | Foto: Reprodução/X

Khamenei chegou ao cargo em junho de 1989, com a morte de Ruhollah Khomeini. O antecessor foi o primeiro líder supremo do Irã e o responsável por dar início à ditadura religiosa que domina o país desde 1979.

Antes dos aiatolás, o país vivia sob uma monarquia alinhada com os EUA. Sob o jugo dos clérigos, o regime se afastou do Ocidente. Os clérigos se mantêm no poder por meio de violenta repressão, com tortura e assassinato de opositores.

No fim de 2025, a população passou a ir às ruas em manifestações contra o aumento do custo de vida no país. Em poucos dias, os protestos passaram a pedir a queda da ditadura. Em resposta, o regime aumentou a repressão. Militares leais à ditadura assassinaram milhares de cidadãos durante os atos. Além disso, houve prisões em massa, com julgamentos sumários seguidos de pena de morte. As vítimas incluem mulheres, idosos e adolescentes.

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