A 30ª edição do Cine Ceará chega ao fim. Nesta sexta (11), o festival deve anunciar os filmes vencedores das mostras competitivas de longas e curtas metragens, em solenidade no Cineteatro São Luiz (Centro), às 21h30, restrita para convidados.

Entre longas e curtas foram 121 inscritos. Dentre os 26 selecionados, 30% têm direção de mulheres. Foram selecionados os longas Cabeça de Nêgo, drama de Déo Cardoso, Pajeú, ficção de Pedro Diógenes, e os documentários Swingueira, coprodução Ceará-Bahia de Bruno Xavier, Roger Pires, Yargo Gurjão e Felipe de Paula, e Rio de Vozes, coprodução Bahia-Pernambuco com direção da cearense Andrea Santana e de Jean-Pierre Duret.
A seleção de curtas-metragens é, em sua maioria, composta por documentários e ficções, com dez produções de cada gênero, e a lista se completa com um trabalho experimental e um drama-suspense. Entre os curtas selecionados estão Scelus, ficção sobre rivalidade entre facções, drogas, intrigas e mortes, com roteiro, direção e atuação de Edmilson Filho (Cine Holliúdy); Pequenas Considerações sobre o Espaço-Tempo, feito durante a pandemia, numa reflexão da própria vida da diretora Michelline Helena; e A Gaiola, do milagrense Jaildo Oliveira, que se inspirou também nos tempos de pandemia neste documentário sobre uma senhora viúva que vive isolada com seu pássaro engaiolado.
O melhor longa-metragem e o melhor curta-metragem da Mostra Olhar do Ceará, eleitos pelo júri oficial, recebem o troféu Mucuripe. Estamos na torcida pelo curta a A Gaiola!

