Donald Trump iniciou negociações formais com o Irã para o dia 3 de agosto de 2026, após cancelar uma ofensiva militar que estava prestes a atingir alvos iranianos. O anúncio foi feito no dia 2 de agosto, durante um voo no Air Force One, e ocorreu após pressões de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar para reduzir a tensão no Oriente Médio. Trump afirmou que, embora as Forças Armadas dos EUA estejam prontas para agir, busca um acordo sobre o Estreito de Hormuz e a desnuclearização do Irã.
Donald Trump confirmou negociações marcadas com o Irã para esta segunda-feira, 3. O presidente dos Estados Unidos cancelou uma ofensiva militar em grande escala que estava pronta para atingir alvos iranianos. O anúncio ocorreu neste domingo, 2, a bordo do avião presidencial Air Force One.
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Segundo a CNN, os governos da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do Catar pressionaram pela interrupção da investida. O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, telefonou para o líder norte-americano e defendeu a redução imediata da tensão militar no Oriente Médio.
Acordo sobre o Estreito de Ormuz e desnuclearização
“Estávamos prontos para agir, mas, quando os aliados pediram que cancelássemos, isso nos fez dizer: ‘Bem, vamos ver’”, declarou Trump aos jornalistas. “Há um acordo sobre Ormuz, e depois haverá um acordo sobre a questão nuclear, ou o que se pode chamar de desnuclearização do Irã.”
Trump garantiu que as Forças Armadas norte-americanas seguem prontas para agir caso o diálogo fracasse. O republicano afirmou que o regime iraniano acompanhou a mobilização das tropas e conhece o poder de fogo dos Estados Unidos.
Reação de Teerã e recusa de pedido
A imprensa estatal do Irã negou ter pedido a suspensão dos bombardeiros ao governo norte-americano. A agência semioficial Fars reagiu às declarações da Casa Branca e publicou neste domingo que “Trump, o tolo, perdeu o fôlego”.

