
Duas pessoas morreram e sete ficaram feridas depois de um atirador disparar várias balas no Aeroporto Internacional de Los Angeles, no Estado norte-americano da Califórnia. Segundo a Polícia de Los Angeles, os mortos foram o atirador e um funcionário da Administração de Segurança do Transporte (TSA) dos Estados Unidos. De acordo com o jornal Los Angeles Times, sete pessoas foram socorridas por bombeiros e seis levadas para hospitais da cidade.
O chefe do Departamento de Polícia da Los Angeles, Patrick Gannon, informou que o atirador levou um rifle na bagagem, atirou em várias seções do aeroporto e foi baleado por policiais depois de troca de tiros, no Terminal Três. Depois ele foi atingido. O aeroporto de Los Angeles foi fechado e alguns voos de aviões foram desviados para Ontário, no Canadá. O caso foi assumido pelo Birô Federal de Investigações (FBI). O terminal começou a ser esvaziado depois que os primeiros tiros foram ouvidos. O Terminal Dois, de um total de nove, também foi fechado.
Imagens aéreas exibidas pela rede de televisão a cabo CNN mostraram uma pessoa sendo retirada do local em uma cadeira de rodas. Em outra cena, uma pessoa foi colocada em uma ambulância em uma maca. Muitas ficaram reunidas em frente ao aeroporto, várias delas carregando malas. Na pista, também havia passageiros. Houve pânico e correria.
O viajante Robert Perez disse que os agentes de segurança do aeroporto chegaram ao terminal gritando para avisar que havia um homem armado: “Eu ouvi tiros e todo mundo se deitou no chão”, acrescentou Perez. Policiais armados subiram ao topo do prédio do estacionamento. Os bombeiros estenderam tapetes nas cores vermelha, amarela e verde em frente à estação de passageiros para organizar o atendimento às possíveis vítimas. As em estado crítico receberam os primeiros socorros com prioridade no tapete vermelho antes de serem levadas para unidades de saúde. A partida de aviões foi interrompida. “Com exceção dos voos que chegaram, as operações foram temporariamente suspensas”, afirmou a porta-voz do complexo aeroportuário, Katherine Alvarado, em uma nota por email.
Folhapress

