Israel não planeja retirar suas tropas da Linha Amarela na Faixa de Gaza até que o Hamas seja desarmado e o território desmilitarizado, conforme declarado por uma autoridade israelense à emissora i24NEWS. Essa posição foi mantida durante negociações em andamento no Cairo entre representantes do Hamas e mediadores internacionais, que visam um acordo abrangente sobre o futuro de Gaza.
Israel não pretende retirar suas tropas da chamada Linha Amarela na Faixa de Gaza antes que o Hamas seja desarmado e o território seja completamente desmilitarizado. A afirmação foi feita por uma autoridade israelense à emissora i24NEWS, de Tel Aviv, em meio às negociações realizadas no Cairo entre representantes do grupo palestino e mediadores internacionais.
Segundo a fonte, a posição do governo israelense permanece inalterada: qualquer retirada militar da Linha Amarela dependerá do desarmamento do Hamas e da eliminação de sua capacidade militar na Faixa de Gaza. A autoridade também afirmou que esse tema não foi discutido durante o encontro entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
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Negociações de Israel no Cairo
De acordo com a i24NEWS, pessoas envolvidas nas negociações afirmam que as conversas no Cairo não representam apenas mais uma rodada de diálogo, mas um esforço para alcançar uma decisão final e concluir um acordo abrangente sobre o futuro de Gaza.
A autoridade israelense declarou ainda que o plano de 15 pontos atualmente em discussão não oferece uma resposta satisfatória às exigências de Israel para a desmilitarização completa do território.
O que é a Linha Amarela
A Linha Amarela é uma linha de demarcação criada depois de acordos de cessar-fogo. Ela marca a separação entre áreas sob controle militar israelense e áreas administradas pelo Hamas na Faixa de Gaza. O traçado da linha tornou-se um dos principais pontos de disputa nas negociações sobre segurança, controle territorial e o futuro político do enclave palestino.
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A declaração reforça a posição do governo israelense de condicionar qualquer retirada militar significativa ao desarmamento do Hamas, um dos temas centrais das negociações em andamento e um dos principais obstáculos para um acordo definitivo sobre Gaza.
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