Conversas diplomáticas entre Estados Unidos e Rússia, realizadas em Manila durante um encontro da Asean, buscaram caminhos para encerrar a guerra na Ucrânia. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou na quinta-feira 23 que o governo está disposto a facilitar negociações, considerando o conflito uma “guerra insensata”. Ele se reuniu com o chanceler russo, Sergei Lavrov, que reafirmou o compromisso da Rússia com uma solução política.
Conversas diplomáticas entre Estados Unidos e Rússia, ocorridas à margem de um encontro da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) em Manila, nas Filipinas, mobilizaram esforços para buscar um caminho para o fim da guerra na Ucrânia. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou na quinta-feira 23 que o governo dos EUA está disposto a desempenhar um papel construtivo para encerrar o conflito.
+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste
Receba nossas atualizações
Segundo Rubio, o presidente Donald Trump reiterou que os EUA estão preparados para facilitar negociações que levem ao fim do conflito. Ele teria classificado o caso como uma “guerra insensata”.
O secretário de Estado explicou ainda que os Estados Unidos transmitiram esse posicionamento ao ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, mas evitou revelar detalhes sobre a resposta russa.
Encontros e posições diplomáticas de EUA e Rússia

Rubio descreveu a conversa com Lavrov como franca e produtiva, porém se absteve de dar informações sobre o conteúdo tratado. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou, em nota, que Lavrov reafirmou o compromisso de Moscou com uma solução política e diplomática. O texto lembrou das propostas discutidas por Trump e Vladimir Putin durante encontro no Alasca, em agosto de 2025.
Leia também: “A lição americana”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 332 da Revista Oeste
Na avaliação de Rubio, o conflito já provocou elevado número de mortes civis e ataques russos a Kiev. Ele ressaltou que tanto Rússia quanto Ucrânia desejam encerrar a guerra. No entanto, destacou que a principal dificuldade tem sido encontrar uma solução aceitável para ambas as partes.

