O Reino Unido decidiu permitir, sem prazo definido, a entrada de diesel e querosene produzidos com petróleo russo, desde que refinados em outros países. Essa medida será submetida a revisões regulares pelas autoridades.
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Além disso, o governo britânico interrompeu temporariamente restrições que incidiam sobre o transporte de gás natural liquefeito (GNL) oriundo da Rússia, ampliando as possibilidades de importação desse combustível.
Repercussão política e justificativas do governo do Reino Unido
Na Câmara dos Comuns, o primeiro-ministro Keir Starmer (Partido Trabalhista), que enfrenta queda de popularidade depois de seu partido perder nas eleições locais no início de maio, respondeu aos questionamentos dos parlamentares sobre as novas decisões.
Starmer explicou que a liberação de “duas licenças específicas” foi realizada “a curto prazo” e destacou que a medida foi adotada com o objetivo de “proteger os consumidores britânicos”.
Movimento segue tendência internacional
Essa flexibilização acompanha uma tendência já adotada pelos Estados Unidos, que, na segunda-feira 18 haviam estendido por 30 dias uma autorização para aquisição de petróleo russo estocado em navios.
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