Milagres-Ce: Patronato realiza desfile em comemoração aos 60 Anos de historia

No momento que a Escola Patronato Dona Zefinha Gome de Milagres-Ce comemora 60 anos (Bodas de Diamante) a instituição realizou um desfile cívico que percorreu várias ruas da cidade mostrando parte da sua história.

Fachada do Patronato Dona Zefinha Gomes. | Foto Agência OKariri

Atuais e ex-alunos vestidos, inclusive, com fardas de época, relembraram um pouco da história dessa honrada Instituição. As pessoas que assistiram ao desfile se emocionaram e comentavam, saudosamente, sobre as benfeitorias que a escola proporcionou para a vida dos alunos que ali passaram.

São 6 décadas formando, além de alunos, cidadãos e bons profissionais. Muitos dos que estavam no desfile já são profissionais e pais de família renomados.  Aos que não puderam acompanhar a caminhada, ao ler essa matéria, relembrarão os tempos que ali estudaram.

O Portal OKariri parabeniza a todos que trabalharam e aos que trabalham nesta honrosa Instituição e deseja que os alunos que estudaram ou que lá estudam que continuem contando muitas boas histórias e dando bons depoimentos. Abaixo você confere um resumo da historia.

Veja Fotos | Fotos:  OKariri e redes sociais

Um pouco de história

Em 1957 Pe. Misael Gomes da Silva, a Revma Provincial Soror Ana Michelina Giombelli, Ana Estefânia Pessoa de Melo e Soror Ana Zélia de Fonseca chegaram  a Milagres para a abertura do Patronato que recebeu, em homenagem a genitora do fundador Pe Misael Gomes da Silva, o nome  de D. Zefinha Gomes.

Nascia assim a Escola Patronato Dona Zefinha Gomes, que completa 60 anos de existência e, sem duvidas, a instituição é referencia em ensino escolar e em ética para toda a região.

Muitos se empenharam e se doaram na causa da educação milagrense. Durante todos esses anos,  muitas irmãs e educadores dedicaram suas vidas para o engrandecimento desta casa de educação.

Veja Fotos:

Sobre as Filhas de Sant’Ana

A Congregação Instituto das Filhas de Sant’Ana foi fundada pela religiosa italiana Ana Rosa Gattorno (1831-1900), que ficou viúva e em 1861 entrou na terça ordem franciscana e passou a dedicar-se a varias obras de apostolado social na cidade de Génova; foi recebida em audiência pelo Papa Pio IX, no dia 3 de janeiro de 1866, onde apresentou alguns pontos de uma nova regra, recebida em um momento de oração; o Papa aconselhou-a a dar inicio a esta nova congregação. Assim no dia 13 de março do mesmo ano partiu para cidade de Piacenza onde com algumas companheiras da início a nova ordem.

No dia 8 de dezembro de 1866 é a data oficial da fundação do Instituto das Filhas de Sant’Ana. Rosa Gattorna professa os primeiros votos em 26 de julho de 1867 e no dia 8 de abril de 1870, juntamente com as suas 12 primeiras co-irmãs, fez os votos perpétuos. As Filhas de Sant’Ana eram dedicadas particularmente a assistência dos doentes, nos hospitais e a domicilio, e em 1878 se abriram também a atividade missionária fundando comunidades na Bolívia, Brasil, Chile, Peru, Eritreia, França e Espanha.

A congregação foi aprovada na Santa Sé em 21 de abril de 1879; as suas constituições foram aprovadas em 26 de julho de 1892. À morte da fundadora as Filhas de Sant’Ana eram cerca de 3500, presentes em 368 comunidades. Madre Rosa foi beatificada pelo Papa João Paulo II, no dia 9 de abril de 2000.

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