
Um levantamento divulgado na segunda-feira (21/jan) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), revela que cerca de 2.800 municípios brasileiros gastaram menos de R$ 403,37 na saúde de cada habitante durante o ano de 2017. A análise mostra que esse foi o valor médio aplicado por gestores municipais com recursos próprios do município, em Ações e Serviços Públicos de Saúde declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops).

De acordo com os números, municípios menores em termos populacionais, arcam proporcionalmente com uma despesa per capita maior. Em 2017, nas cidades com menos de 5 mil habitantes, as prefeituras gastaram em média R$ 779,21 na saúde de cada cidadão – quase o dobro da média nacional identificada.
Os municípios das regiões Sul e Sudeste foram os que apresentaram maior participação no financiamento do gasto público em saúde – consequência, segundo o CFM, de sua maior capacidade de arrecadação.
O município de Milagres (CE), segundo o IBGE, tem a população atualmente estimada em 28.231 habitantes. Segundo o divulgado, os gastos em despesa per capita em Ações e Serviços Públicos de Saúde com Recursos Próprios do Município no ano de 2013 foi de R$, 154,62; em 2014 foi R$ 250,55; no ano seguinte, em 2015 foi de R$ 222,53, já em 2016 foi de R$ 213,37 e em 2017 foram investidos R$ 190,92.
[ads1] Os números mostram que no primeiro ano da gestão do prefeito Lielson Landim, foram investidos menos recursos próprios na saúde dos munícipes, se comparado aos anos da gestão do ex-prefeito Hellosman Sampaio. Para o município de Milagres, principalmente, no tocante aos assuntos políticos, essa questão de investimentos em Ações e Serviços Públicos de Saúde é muito relevantes, pois há dois entendimentos sobre a situação: a primeira é que Hellosman Sampaio diz que como prefeito investia muito na saúde com recursos do município, já o prefeito Lielson Landim, afirma que investe muito mais, só que com recursos vindo do estado.
*Da redação do OKariri com informações da EBC.

