A Câmara dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira, 22, um projeto orçamentário de US$ 73 bilhões para a Casa Branca manter o financiamento da guerra contra o Irã. Segundo o secretário de guerra dos EUA, Pete Hegseth, o país já gastou US$ 37,5 bilhões com o imbróglio no Oriente Médio e pediu verba suplementar.
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O projeto destina cerca de US$ 60 bi ao Pentágono, que é o centro de inteligência das Forças Armadas dos EUA. Além disso, envia US$ 13 bi para outras despesas de segurança nacional.
Durante seu discurso de apoio ao pacote, o deputado texano e presidente da Comissão de Orçamento, Jodey Arrington, classificou a medida como uma forma de apoio às tropas.
“Prontidão básica para o campo de batalha”, declarou Arrington. “Balas e bombas para terminar o trabalho e voltar para casa são e salvos. Vitoriosos”.
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Com a aprovação do documento, os parlamentares elaborarão projetos para destinar especificamente esses recursos. Depois disso, os textos seguirão para a análise das duas Casas do Congresso.
“Esses fundos são necessários para garantir que nossas forças de combate permaneçam preparadas”, afirmou o deputado do Alabama Mike Rogers. “Que nossas tropas sejam pagas e que nossa nação esteja segura”.
Outros destinos do orçamento aprovado pela Câmara dos EUA
O pacote também inclui uma verba de US$ 12 bi para o agronegócio local e outros US$ 10 bi para alterações na regra eleitoral. Entre as mudanças está a exigência de prova de cidadania para registrar eleitores, além da necessidade de documento com foto para votar.
Apesar da aprovação do orçamento, a votação foi acirrada na Câmara, com placar de 216 a 214. O projeto passou graças a dois posicionamentos contrários dos Republicanos. O representante de Kentucky, Thomas Massie, se juntou aos democratas na contestação. O político de Ohio, Warren Davidson, e o independente da Califórnia, Kevin Kiley, também se posicionaram contra.
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