O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) decidiu ser candidato a vice na chapa de Sandro Alex (PSD) para o governo do Paraná, depois de reuniões com Ratinho Júnior (PSD). O anúncio oficial deve ocorrer em breve, e a convenção do MDB está marcada para 2 de agosto. A coligação ainda não definiu os candidatos ao Senado, com nomes como Alexandre Curi (Republicanos) e Cristina Graeml (PSD) sendo cogitados.
O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), que vinha se apresentando como pré-candidato ao governo do Paraná nas eleições deste ano, aceitou ocupar a vice na chapa liderada pelo ex-deputado federal Sandro Alex (PSD) ao Palácio Iguaçu.
A decisão foi sacramentada nos últimos dias depois de reuniões com o ex-governador paranaense Ratinho Júnior (PSD), que apoia Sandro Alex, e com o próprio candidato do PSD.
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O anúncio oficial da união entre Greca e Sandro Alex deve ocorrer nas próximas horas. A convenção estadual do MDB no Paraná está marcada para o próximo domingo, 2.
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Senado
Apesar da definição do candidato a vice, a coligação ainda não definiu os nomes para as duas vagas no Senado pelo Estado do Paraná.
Um dos postulantes deve ser o deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná. A segunda vaga está sendo disputada pela jornalista Cristina Graeml (PSD), pelo ex-secretário estadual das Cidades Guto Silva (PSD) e pelo ex-governador e ex-senador Álvaro Dias (MDB).
Em meio à indefinição, Cristina Graeml também tem o nome especulado para uma eventual candidatura à Câmara dos Deputados. Sua ida para o PSD, no entanto, foi condicionada à disputa por uma vaga majoritária no pleito de outubro.
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Apoio de outros partidos
Na semana passada, Sandro Alex recebeu o apoio da federação formada por União Brasil e Progressistas (PP). No começo do ano, o bloco cogitou o apoio ao senador Sergio Moro (hoje no PL), mas o ex-juiz da Lava Jato rompeu com as legendas depois de deixar o União Brasil rumo ao PL.
Nacionalmente, o PL lançará o senador Flávio Bolsonaro (RJ) à Presidência da República. O PSD, por sua vez, terá o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como candidato ao Planalto.
Em nível nacional, a federação União Brasil-PP anunciou que manterá a neutralidade na eleição presidencial – não apoiará Flávio nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.
A chapa liderada por Moro conta ainda com o ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) e o deputado federal Filipe Barros (PL) como candidatos ao Senado. O senador ainda tenta atrair o Podemos para a coligação.
Até o momento, os levantamentos dos principais institutos de pesquisa mostram Sergio Moro na liderança das intenções de voto para o governo do Paraná.
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