Membros da Câmara de Vereadores de Fortaleza não poupam elogios ao mandato do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), em claros sinais de apoio a possível candidatura do parlamentar ao Governo do Estado do Ceará.
Na última quarta-feira, o vereador Adail Júnior (PV), em discurso na tribuna, destacou o comprometimento de Eunício com os moradores do interior e da Capital cearense. De acordo com ele, o senador vem discutindo constantemente pautas importantes para o Estado, como o problema da seca e a renegociação de dívidas de produtores rurais.
O reconhecimento pelo trabalho do senador do Congresso Nacional foi confirmado, segundo o Adail, com a medalha Prisco Bezerra concedida pela Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (FAEC) a Eunício Oliveira, na categoria Política e/ou Administração Pública. A homenagem ocorreu durante uma solenidade realizada na última terça-feira (03), no Centro de Eventos do Ceará.
Durante a fala do vereador, outros membros da casa pediram licença, para também elogiarem as ações do Senador Eunício. No entanto, foi Zier Férrer (PMN) quem se referiu sem meias palavras à possível candidatura de Eunício ao Palácio da Abolição, em 2014. “Quando se fala em Eunício, se fala de trabalho e de humildade. Todos os partidos deveriam apoiar Eunício Oliveira, já que ele recebeu mais votos para ser Senador do que o próprio atual Governador”, afirmou.
Ronivaldo Maia (PT) também aproveitou o momento para parabenizar o discurso de Adail e afirmar seu orgulho em ter no Senado Federal um parlamentar como Eunício Oliveira, a quem ele afirmou ser um homem preparado para cuidar bem do destino da política cearense.
Ainda na mesma sessão da Câmara de Vereadores de Fortaleza, Vaidon Oliveira (PSDC) afirmou que se sente representado por Eunício no Senado. “Eunício representa em Brasília, o sentimento do povo nordestino”, frisou.
Já o vereador Gelson Ferraz (PRB) parabenizou Eunício por sua atuação política na luta por um Ceará melhor. Segundo Gelson, o senador Eunício vem tentado diminuir o sofrimento dos agricultores por meio da luta pela liberação de linhas de crédito para o homem do campo e refinanciamentos de empréstimos realizados por agricultores, que perderam a safra agrícola por conta da falta de chuva.
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