Federação Psol-Rede oficializa apoio a Lula nas eleições

• Federação Psol-Rede aprovou apoio à candidatura de Lula à Presidência.

• Decisão foi unânime; partidos já haviam sinalizado apoio durante convenção do PT.

• Federação confirmou apoio a Haddad em São Paulo.

A Federação Psol-Rede Sustentabilidade oficializou nesta quarta-feira, 5, o apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi aprovada por unanimidade durante a convenção nacional da aliança.

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Os partidos já haviam sinalizado a posição no último fim de semana, quando participaram da convenção do PT que confirmou a chapa Lula-Alckmin. Nas redes sociais, a federação informou que fará parte da coligação que busca a reeleição do presidente. “Vamos juntos derrotar a extrema-direita, defender a democracia e construir os caminhos para um Brasil mais justo”, publicou.

Em nota divulgada depois da convenção, Psol e Rede afirmaram que o objetivo é a vitória de Lula ainda no primeiro turno. O documento também declarou “repúdio à ingerência externa dos Estados Unidos e outros países no processo eleitoral brasileiro” e defendeu uma resposta do governo brasileiro.

Filiados a ambos os partidos integram ou integraram o governo Lula. Pela Rede, Marina Silva ocupou o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima até abril deste ano. Já o Psol teve Sônia Guajajara no Ministério dos Povos Indígenas e, hoje, conta com Guilherme Boulos na Secretaria-Geral da Presidência.

Além de Lula: federação também apoia Haddad em São Paulo

Além da disputa presidencial, a federação confirmou apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo. A decisão foi tomada durante convenção estadual realizada em 26 de julho.

O encontro também confirmou 47 candidaturas para deputado federal e 66 para deputado estadual. A federação apoia Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) para o Senado, além de ter indicado o vereador Djalma Nery (Psol) como suplente de Marina.

Durante a convenção paulista, lideranças defenderam a formação de uma frente ampla para enfrentar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Haddad afirmou que as diferenças entre os partidos aliados deveriam ceder a uma unidade.

Para ele, discordâncias “têm que dar lugar a uma unidade robusta, como às vezes a gente nunca teve, para derrotar a extrema-direita e poder voltar a divergir entre irmãos que querem o bem desse país”, declarou o petista.

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