Além de ministro, Cid pode ser um dos articulares de Dilma

A principal reclamação dos aliados da presidente Dilma Rousseff nos primeiros quatro anos de governo foi a falta de diálogo com o Congresso, partidos e movimentos sociais.

Para amenizar o problema, a petista apostou em políticos com mais experiência e capacidade de articulação, como o ex-governador Cid Gomes (PROS), ministro da Educação.

Além disso, manteve a praxe de contemplar aliados que não necessariamente têm afinidade com a pasta, como George Hilton (PRB) no Esporte e Helder Barbalho (PMDB) na Pesca.

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Quem também faz parte da articulação é o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), atual ministro das Cidades.

Nos bastidores, Cid é tido como homem de confiança de Dilma, inclusive já teria admitido aos aliados que não faz nada sem o aval da petista. Após as eleições, Cid articulou um movimento para frear a “pressão” do PMDB.

O partido elegeu a segunda maior bancada na Câmara, com 66 deputados, mas deve ficar à frente do PT, que teve parlamentares indicados para ministérios e secretarias estaduais. Além disso, o PMDB é favorito a presidir a Câmara e o Senado e saiu insatisfeito da reforma ministerial, apesar de ter uma pasta a mais que em 2014.

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