Adolescente foi morta em Barro por asfixia mecânica por esganadura

Causa da morte da adolescente Silvana Leal consta no atestado de óbito como asfixia mecânica por esganadura (Foto: Reprodução)
Causa da morte da adolescente Silvana Leal consta no atestado de óbito como asfixia mecânica por esganadura (Foto: Reprodução)

O caso da adolescente que morreu no sábado (13), em Barro, virou caso de polícia. O Portal NdOnline, de Santa Catarina, publicou matéria a respeito e informa que, segundo o atestado de óbito, a causa da morte foi asfixia mecânica por esganadura.

Silvana Leal, de 16 anos, viajou com o companheiro de Papanduva/SC para Barro. De acordo com o irmão da jovem, João Paulo Leal, de 32 anos, eles já moravam juntos há cerca de um ano. O companheiro já havia conversado com a mãe de Silvana durante a semana e afirmou que ela estava com dores de cabeça muito fortes.

“Aí no sábado ele ligou pra mãe lá pelas 11h da noite e falou que estava com a Silvana no hospital, que as dores de cabeça tinham aumentado e que ela até tinha desmaiado. Ainda disse pra mãe avisar a família e se preparar para o pior”, explica. Três horas depois, por volta das 2h, o companheiro da vítima ligou novamente e avisou que ela havia morrido no hospital. “Nisso ele já disse que tinha providenciado o sepultamento dela e que estava tudo acertado para o funeral, que o médico disse que tinha que acelerar o sepultamento. Foi aí que começamos a desconfiar”, conta o irmão.

Desconfiados da história, os irmãos de Silvana, encontraram os contatos da delegacia na internet e ligaram. A informação foi de que o companheiro havia registrado um boletim de ocorrência informando a morte da garota, que era menor de idade. A história começou a ter uma reviravolta quando a família foi orientada pelo policial de plantão a ligar para o Instituto Médico Legal. “O policial disse que poderia só dar o número do IML porque ela chegou com uma marca no pescoço ao hospital e o médico acionou a polícia e o IML porque a causa da morte era suspeita”, diz.

O Instituto Médico Legal confirmou que o corpo da irmã de João Paulo tinha marcas no pescoço. Ainda de acordo com João Paulo, a informação repassada foi de que a morte ocorreu entre 17h e 18h, contrariando a versão inicial do companheiro da jovem.

Ainda segundo o portal catarinense, o caso está sendo investigado pela delegada da comarca de Aurora, Ana Ursulina Rodrigues, mas, de acordo com o advogado da família de Silvana, Luiz Eduardo Saliba, ainda não há informações oficiais.

Segundo João Paulo, o translado do corpo para Santa Catarina e o sepultamento ocorreu na semana passada.

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