
Agência OKariri, por Klébio Leite
Ir a Brejo Santo e não passar na Caldeira do Inferno pode-se dizer que é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa. Tradicional local de encontro de amigos e personalidades, o bar do Seu Chico de Sinésio já integra a história folclórica do município, pois foi fundado em 16 de junho de 1960. “Eu iniciei com uma bodega e a partir de 1960, aí eu fiquei com o bar que ganhou o nome de Caldeira do Inferno”, relembra Seu Chico.
Com orgulho, Seu Chico de Sinésio também citou algumas personalidades que já estiveram em seu estabelecimento como os cantores de Altemar Dutra e Carlos Nobre. O famoso bar também tem presidente de honra. O primeiro foi o professor José Teles de Carvalho (in memorian). Com o seu falecimento assumiu o posto, Mário Leite Tavares.
Uma das características da Caldeira do Inferno é a não venda da bebida alcoólica a qualquer freguês. Segundo o Seu Chico de Sinésio “tem que selecionar por que se abrir mão, aí quem vai perder sou eu”, reforça.

A reportagem do Portal OKariri conversou com Luiz Antônio, Oficial de Justiça, um dos fiéis fregueses de Seu Chico de Sinésio. Para ele, a Caldeira do Inferno “é uma referência histórica não somente de Brejo Santo, mas de todo interior do Ceará”. Já o engenheiro Marcos Araújo, outro que bebia uma cerveja gelada quando da visita de nossa equipe, afirmou e que passa os trinta dias de férias na Caldeira do Inferno.

Ouça no player abaixo a entrevista que o Portal OKariri.com fez com o Seu Chico de Sinésio, fundador da Caldeira do Inferno.

