Alternativa a abordagens tradicionais: Dieta do DNA

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A empresária Juliana de Lima Freire, 24 anos, já havia tentado de tudo para mexer no ponteiro da balança. “Dieta da proteína, dieta para tirar carboidrato. Todas as dietas para emagrecer que você imaginar eu já tentei”, lembra. Os quilos perdidos após muito sacrifício, no entanto, retornavam depois do primeiro fim de semana. “Eu comecei a suspeitar que era alguma coisa que o meu organismo não metabolizava direito”, afirma. Por orientação da nutricionista, a empresária recorreu ao teste de DNA: “Quero saber como meu organismo funciona”.

Juliana ainda não recebeu o resultado – a análise demora cerca de um mês para ficar pronta –, mas acredita que uma dieta baseada nas suas próprias informações genéticas poderá resolver de vez o tal efeito sanfona. “Eu acho que vai ser realmente diferente, porque vou descobrir o que meu corpo metaboliza e a dieta vai ser bem direcionada. Vou escolher o que gosto e o que posso”, completa.

Adepto da Dieta do DNA há cinco meses, o auditor fiscal Fábio Arruda, 45, orgulha-se do resultado: cinco quilos eliminados em um mês e meio. “Eu botei na cabeça que queria emagrecer em abril do ano passado. De abril a agosto emagreci quatro quilos, mas com muito exercício e muito sacrifício. Acabei perdendo mais peso com a dieta e sem sacrifício nenhum, porque só como o que eu gosto”, conta.

Mudança

O cardápio de Fábio prioriza proteínas e derivados do leite e restringe alimentos ricos em cafeína e glúten – novos hábitos já incorporados ao dia a dia do auditor fiscal. “Tomava café o tempo inteiro no trabalho e já restringi bastante. Agora tomo uma xícara, no máximo três vezes por semana. E, no supermercado, sempre fico atento às etiquetas dos produtos que têm glúten. A dieta deixou a minha pele melhor, meu corpo mais tranquilo. Foi como se fosse uma limpeza geral”, aponta.

De olho na saúde, a triatleta Hedla Lopes, 55, também modificou os hábitos alimentares após ter os seus genes catalogados. “O exame afirmou que, se eu comer muito carboidrato, posso virar diabética. Algumas coisas como sal e cafeína também não posso, porque poderia ter um problema no coração. Eu não tenho nenhum problema, mas hoje eu me alimento também como uma prevenção”. (Liana Costa)

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