
Classificando o fechamento de terminais de ônibus de Fortaleza e outras cidades como “covardia”, “golpe muito duro” e “ilegal”, o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará (Sindiônibus), Dimas Barreira, afirmou, ontem, que a entidade entrará na Justiça “o mais rápido que puder para que eles não façam mais esse tipo de ataque ao transporte coletivo”. “Estamos juntando todos os elementos que a gente tem pra acioná-los na Justiça”, frisou. Segundo Dimas, o sindicato patronal não foi comunicado oficialmente do ato.
“Desde que entrou esta diretoria que filiou ao PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), eles passaram a adotar esse tipo de ação”, acusa. Segundo Barreira, os atos desta sexta foram “gratuitos”. “Não havia nada que pudesse justificar uma covardia dessas que eles estão fazendo com a população”.
Entre as pautas dos motoristas e cobradores, um pedido por mais segurança nos coletivos que, conforme Barreira, é preocupação também do Sindiônibus.
O presidente da Etufor, Rogério Pinheiro, esteve no Terminal do Siqueira, em Fortaleza, durante a manhã para avaliar os danos causados pela manifestação. Conforme ele, não foram identificados prejuízos físicos em outros terminais. Conforme Pinheiro, o setor jurídico da Etufor será acionado. “Aconteceram dois crimes: dano ao patrimônio público e ameaça de agressão física (aos fiscais)”, destacou.
O Povo

