Uma das maiores preocupações do estado com relação à sanidade animal é a febre aftosa. Na região do Cariri a meta é imunizar 98% do rebanho de 600 mil animais nesta segunda etapa da campanha. 
O trabalho de campo já começou. Os produtores estão conscientes, mas preocupados com os custos. A vacina é paga e os prejuízos causados pela seca comprometeram a renda de muita gente.
A seca está custando caro para o bolso do pecuarista. Na falta de pasto, Reginaldo Duarte investe em ração para alimentar o rebanho.
“Eu comecei a colocar a ração aqui em setembro. Acabaram os pastos. Eu só tenho mesmo o elefante. Mas o elefante não tem muita substância e precisa de um complemento; o resíduo, o farelo de trigo e o feijão. Me indicaram isso e tem dado muito certo”, explica o pecuarista.
Apesar dos gastos mais elevados, ele mantém a vacinação do gado contra a febre aftosa em dia. Na sua fazenda, são 280 animais todos vacinados.
“Desde a década de 1980 que eu vacino os gados. Nunca tive um caso de doença no meu curral”, afirma.

