
O mundo do esporte não foi mais o mesmo depois do dia 1º de maio de 1994. Apesar de ser ano de Copa do mundo como é este, a conquista do Brasil não teve o mesmo sabor, o povo comemorava mais com um vazio no peito.
A cena da batida e consequente morte de Ayrton Senna, ficou gravada na cabeça de muitos brasileiros que assistiam pela TV ao Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. Muitos ainda eram crianças quando ouviram naquele domingo o famoso comentarista Galvão Bueno proferir a frase que soou como uma sentença: “Senna bateu forte!”.
“para muitos a formula 1 não é mais a mesma”.
Tricampeão mundial, o piloto foi o maior nome da Fórmula 1 no Brasil, sendo o grande responsável pelo interesse das famílias nas corridas no domingo de manhã. É comum ainda ouvir pessoas dizerem que, depois de sua morte, não há motivo para acompanhar os campeonatos. É certo dizer que o interesses dos brasileiros por este esporte diminui depois da morte do ídolo.
No dia de sua morte, Senna estava preocupado com as condições de segurança dos carros. Na sexta-feira anterior, o piloto Rubens Barrichello havia sofrido um acidente com a Jordan que pilotava. Ele saiu com apenas escoriações. Mas no sábado houve outra batida, desta vez fatal. O austríaco Roland Ratzenberger pilotava um carro da Simtek, quando a asa traseira de seu veículo se soltou e ele perdeu o controle sobre a máquina. Morreu oito minutos depois da colisão.
Senna chegou a se reunir com os outros colegas, com a intenção de recriar a Comissão de Segurança dos Pilotos. Havia muita tensão no ar, mas os pilotos concordaram em seguir com o campeonato. Na oitava volta da corrida, na curva Tamburello, Senna perdeu o controle do carro e se chocou violentamente contra o muro de concreto. Foi sua última volta.
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