Cearense viajou pelo mundo para assistir a 12 Copas

empresário

Na primeira Copa do Mundo, em 1950, o empresário Ivan Barros de Siqueira Campos estava entre os mais de 200 mil torcedores que lotaram o Maracanã na final Brasil e Uruguai. A seleção brasileira perdeu o título, mas ali nasceu a paixão dele por copas. Hoje, aos 76 anos, Ivan conta as histórias dos 12 mundiais que viu ao vivo.

“Não existe nada igual. Você faz amizade com pessoas de diferentes países e todo mundo acaba falando o mesmo ‘idioma’. É um clima de festa”. De 1950 a 2010, Ivan Barros só não presenciou quatro copas, as de 1954, 1958, 1962 e 1974. Apenas duas vezes, ela não viu o Brasil ergueu a taça, em 1958 e 1962.

O torcedor nasceu em Pernambuco, mas mora no Ceará há quase 50 anos. As experiências em todas as 12 copas estão guardadas em milhares de fotos que o empresário tirou ao longo das viagens. Cada copa vivida ganhou um álbum.

Entre os registros, ele se orgulha de mostrar o da Copa do Mundo no México, em 1986. O torcedor conseguiu uma credencial de imprensa e ficou bem perto dos jogadores Júnior, Branco e outros craques.

Com tantas copas na história, Ivan ganhou fama em todo mundo. Ele já foi entrevistado por vários canais televisivos estrangeiros e do Brasil. Umas das formas de identificar a presença do empresário nos estádios é que ele assiste aos jogos com o rosto pintado e prepara várias camisas especiais.

Preferências

Depois de 12 mundiais, o empresário não esconde qual foi a melhor e a pior, na opinião dele. “A de 1990 (na Itália) foi a Copa que eu menos gostei. Não era uma equipe. Era um ‘ajuntado’ de jogadores”, afirmou.

A preferida de Ivan foi a mesma da última conquista brasileira. “A de 2002 (Japão/Coreia) foi a que eu mais gostei. Porque foi muito organizada. A seleção do Brasil estava muito boa. Tive a sorte de ficar em Seul no mesmo hotel da seleção”, conta.

Para 2014, ele acha que a seleção brasileira está com um bom elenco, mas ainda não tem certeza que vai presenciar a atuação dos jogadores em Fortaleza. Até agora, Ivan não foi sorteado para os jogos da seleção na capital cearense, mas já garantiu a presença em outros jogos. “Estou com essa dificuldade, mas tenho a impressão que vou conseguir assistir”, conta.

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