
Os constantes problemas nas bombas que atendem os sistemas de abastecimento d’água na zona rural do município de Mauriti foi tema de debate na sessão ordinária da Câmara Municipal realizada na última sexta-feira (1). O assunto ganhou tamanha notoriedade que os Vereadores Samuel Coelho e Evânia Cartaxo solicitaram a realização de audiência pública para debater a questão, assim como as sucessivas interrupções no abastecimento em alguns bairros da cidade por parte da Cagece.
Como os temas abordam assuntos semelhantes, o Presidente da Câmara, Vereador Mano Morais, informou que as audiências públicas solicitadas pelos parlamentares serão realizadas conjuntamente em data a ser informada posteriormente.
Vereadora questiona cargos comissionados
Na mesma sessão, três projetos de lei encaminhados pelo Poder Executivo, os quais alteram leis já existentes e criam cargos comissionados, foram aprovados pelos vereadores, contudo, com os votos contrários de Victor Martins e Evânia Cartaxo.
Segundo a parlamentar, os cargos criados pelas lei são efetivos e que, para tanto, a Prefeitura deveria realizar concurso público. Evânia Cartaxo ainda questionou o número de cargos comissionados na administração municipal, os quais, segundo ela, chegam ao número de 315 (chegando a 787 se incluir os contratos temporários). “As pessoas que não são da confiança do prefeito também precisam de emprego”, afirmou Evânia Cartaxo.
Contra argumentando a parlamentar líder da oposição, o Vereador Cícero do Coité, líder do Governo, disse que a Prefeitura de Mauriti hoje está com o índice de comprometimento da folha em apenas 46,4%, quando o limite é de 54% e que 315 cargos é uma necessidade uma vez que a máquina administrativa é grande. “Esse número ainda é insuficiente”, observou.
Agência OKariri | Ribamar Xavier

