Trabalhores da Siderúrgica protestam contra corte de salários

Presidente Dilma posa para foto com trabalhadores durante terraplanagem da Siderúrgica do Pecém (Foto: Arquivo/Palácio do Planalto)

Trabalhadores da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) chegam ao 12º dia de paralisação ainda em clima de revolta com os patrões. Na manhã desta segunda-feira (29), eles realizam uma manifestação no canteiro de obras, para reclamar contra o corte de salários. Segundo o sindicato da categoria – o Sintepav – as empresas gestoras do empreendimento descontaram os 12 dias de greve da remuneração dos trabalhadores.

O sindicato denuncia más condições de trabalho, problemas na entrega de cestas básicas, retenção de algumas carteiras de trabalho, baixa qualidade da alimentação, salários atrasados e demissões injustas.

Segundo Luis Fábio, no setor de fiscalização do Sintepav, também há registros de agressões físicas contra trabalhadores no canteiro de obras, fato, segundo ele, registrado em boletins de ocorrência. A Delegacia de São Gonçalo do Amarante, porém, ainda não confirma a informação. Cerca de 3.500 trabalhadores estão com as atividades paralisadas na CSP desde o dia 17 de julho.

Tribuna do Ceará

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