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na quarta-feira (26): um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal voou baixo entre os prédios e pousou em segurança na Avenida Osvaldo Aranha .
Tripulada pelo comandante Aurélio, com mais de 25 anos de experiência, a aeronave trazia um paciente fictício, e uma equipe do Hospital de Pronto Socorro da Capital já estava pronta para o atendimento. Não pousava um helicóptero no local desde 1986.
A ação fez parte de um exercício simulado de acidente de avião, que começou no Aeroporto Salgado Filho. As supostas vítimas foram deslocadas para nove hospitais da Capital. Segundo a repórter Daiane Dalle Tese, placas que poderiam atrapalhar a operação foram removidas e a fiação foi revisada para que não houvesse imprevistos. A população que acompanhou tudo de perto aplaudiu a ação, avaliada como perfeita.
“Foi demais, foi ótimo, tem que ter mais vezes, né. Foi demais, o helicóptero pousou muito bem, muita técnica, né”, comemorou um dos moradores que presenciou o pouso.
HPS não tem heliponto
Como o Hospital de Pronto Socorro não conta com heliponto, a EPTC bloqueou o trânsito no cruzamento com a Avenida Venâncio Aires minutos antes da chegada do helicóptero. O deslocamento entre o aeroporto e o local levou cerca de cinco minutos. “Parecia ser real”, relatou outro morador que acompanhou a operação.
Para quem viu de perto, a simulação teve um efeito real. “Foi emocionante, emocionante. A gente espera que nunca aconteça, mas precisa estar preparado para qualquer situação”, disse um dos presentes. “Parecia ser real, todo mundo aqui torcendo e aplaudindo os profissionais”, completou outro morador.

