No dia 1º de agosto de 2026, um avião de pequeno porte caiu na região de Pueblo Viejo, no sul do Peru, matando pelo menos 13 pessoas, incluindo sete italianos, dois alemães e dois espanhóis. A aeronave, que decolou do aeroporto de Pisco, caiu pouco após as 13 horas, e não houve sobreviventes, conforme declarado pelo major Jorge Andrade. O acidente ocorreu próximo às Linhas de Nazca, uma atração arqueológica famosa, e a Aeronáutica Civil está investigando as causas.
Pelo menos 13 pessoas morreram na queda de um avião de pequeno porte que transportava turistas para sobrevoar as Linhas de Nazca, uma das principais atrações arqueológicas do Peru. O acidente ocorreu no sábado 1º, no sul do país.
A aeronave caiu pouco depois das 13 horas, no horário local — 15 horas, em Brasília —, depois de decolar do Aeroporto de Pisco, cerca de 240 quilômetros ao sul da capital, Lima. Segundo a polícia peruana, estavam a bordo 11 passageiros e dois tripulantes.
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Os passageiros eram sete italianos, dois alemães e dois espanhóis, segundo a rádio peruana RPP. O Ministério do Comércio Exterior informou que prestará apoio às embaixadas dos países de origem das vítimas.
“Pela gravidade do acidente, não há sobreviventes”, afirmou o major Jorge Andrade. Até o momento da declaração, quatro corpos haviam sido recuperados. A Aeronáutica Civil investigará as causas da queda.
Região no Peru já registrou outros acidentes

O avião caiu na região de Pueblo Viejo, a aproximadamente 6 quilômetros da cidade de Nazca e a 12 quilômetros do sítio arqueológico. Imagens divulgadas por correspondentes locais mostram quando bombeiros e policiais trabalham entre os destroços da aeronave, que ainda soltavam fumaça.
A Prefeitura de Vista Alegre, município onde ocorreu o acidente, afirmou que informações preliminares revelam que a aeronave sofreu uma emergência durante o voo. O avião pertencia à companhia peruana AeroDiana, que oferece passeios de 30 minutos a uma hora sobre as Linhas de Nazca. A empresa ainda não se manifestou.
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As Linhas de Nazca reúnem mais de 800 desenhos de animais, plantas e formas geométricas gravados no solo do deserto há mais de 1,5 mil anos. Os geóglifos, que podem ser observados principalmente do alto, foram declarados Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco em 1994.
A região já registrou acidentes semelhantes. Em 2022, sete pessoas morreram na queda de uma aeronave de pequeno porte. Em outubro de 2010, um acidente com um avião da companhia AirNasca matou quatro turistas britânicos e dois tripulantes peruanos.

