Na última quinta-feira, 23, autoridades belgas prenderam uma estagiária canadense de ascendência chinesa no Quartel-General Supremo da Otan, em Mons, sob suspeita de espionagem e envolvimento em organização criminosa. A investigação começou depois de alertas dos serviços de segurança do Shape, que informaram o Serviço Geral de Inteligência e Segurança (SGRS). Detalhes sobre o país beneficiado pela suposta espionagem não foram divulgados.
Autoridades belgas detiveram, na quinta-feira 23, uma estagiária canadense de ascendência chinesa que atuava no Quartel-General Supremo das Potências Aliadas na Europa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), localizado em Mons.
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A jovem é investigada por suposta espionagem a serviço de outro país e envolvimento em organização criminosa. A informação é deste sábado, 25, conforme a Procuradoria Federal da Bélgica.

De acordo com o órgão, a suspeita passou a ser monitorada depois de alertas emitidos pelos serviços de segurança do Shape. Por sua vez, eles comunicaram o Serviço Geral de Inteligência e Segurança (SGRS). As autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre a investigação ou o país beneficiado pela suposta espionagem.
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Ainda na quinta-feira, policiais federais realizaram buscas tanto na residência quanto no local de trabalho da estagiária. No dia seguinte, uma juíza determinou a prisão preventiva da investigada, que permanece sob custódia enquanto as apurações sobre o caso da Otan prosseguem.

