Para 61,2%, caso Jaques Wagner prejudica campanha de Lula

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada em 2 de julho, revela que 61,2% dos eleitores que conhecem as investigações sobre o senador Jaques Wagner (PT-BA) acreditam que isso pode prejudicar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. Entre os entrevistados, 39,6% consideram que a investigação piora muito a imagem do governo, enquanto 36,2% afirmam que não altera a percepção sobre a administração federal.

A maioria dos eleitores que conhecem ou ouviram falar das investigações relativas ao senador Jaques Wagner (PT-BA) e o Banco Master avalia que o caso pode prejudicar, em algum grau, a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição. É o que aponta pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 2.

Entre os 93,9% dos entrevistados que afirmaram acompanhar de perto ou ao menos ter conhecimento das investigações, 61,2% disseram que o episódio tende a causar algum prejuízo à campanha de Lula. Outros 36,3% responderam que a apuração não deve produzir efeitos sobre o desempenho eleitoral do petista, enquanto 2,4% não souberam opinar.

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O levantamento também mediu a percepção dos brasileiros sobre os reflexos do caso para a imagem do governo federal. Segundo a pesquisa, 39,6% consideram que a investigação que envolve Jaques Wagner “piora muito” a avaliação da gestão Lula. Outros 17,5% afirmam que o episódio “piora um pouco” a imagem do governo.

Atlas: para 61,2%, investigação contra Jaques Wagner prejudica campanha de Lula
Foto: Montagem Revista Oeste com auxílio do ChatGPT e informações da AtlasIntel

Para 36,2% dos entrevistados, as investigações não alteram a percepção sobre a administração federal. Já 2,4% disseram que o caso “melhora muito” a imagem do governo, enquanto 2% responderam que ela “melhora um pouco”. Outros 2,2% não souberam responder.

A pesquisa também mostra que apenas 6,1% dos eleitores declararam não ter conhecimento das investigações que envolvem o parlamentar.

Jaques Wagner deixou liderança do governo no Senado

Em 18 de junho, Jaques Wagner figurou entre os alvos da nona fase da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema de fraude bancária, corrupção e lavagem de dinheiro relacionado ao Banco Master.

Foto: Montagem Revista Oeste com auxílio do ChatGPT e informações da AtlasIntel

O senador deixou a liderança do governo no Senado em 24 de junho. Como o questionário foi aplicado antes de essa mudança ser incorporada ao levantamento, o estudo ainda o identifica como líder do governo.

A AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.999 pessoas em todo o país entre 26 e 30 de junho. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04582/2026. O levantamento custou R$ 75 mil e foi financiado com recursos próprios da empresa.

Leia também: “O PT afunda no pântano do Master“, reportagem de Cristyan Costa e Sarah Peres publicada na Edição 328 da Revista Oeste

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