O deputado federal e pré-candidato ao Senado, Guilherme Derrite (PL-SP), criticou a condução das políticas de segurança pública pelo PT e PSDB, atribuindo a eles a responsabilidade pelo fortalecimento de facções criminosas no Brasil. Em entrevista, Derrite, ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, afirmou que a ascensão do PT ao governo federal coincidiu com o crescimento das organizações criminosas, como PCC e Comando Vermelho.
Críticas à condução das políticas de segurança pública nos últimos anos marcam o discurso do deputado federal e pré-candidato ao Senado Guilherme Derrite (PL-SP). Ele atribui ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) falhas que, segundo sua avaliação, favoreceram o fortalecimento de facções criminosas no país.
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No entendimento de Derrite, a ascensão do PT ao comando do governo federal coincidiu com uma ampliação expressiva das organizações criminosas. O político ocupou o cargo de secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo na atual gestão de Tarcísio Gomes de Freitas.
“A partir do momento que o PT assume o governo brasileiro, tivemos o crescimento exponencial das organizações criminosas”, afirmou Derrite, em entrevista à Brasil Paralelo. “PCC e Comando Vermelho eram organizações criminosas que tinham uma abrangência estadual, no máximo nacional.”
Critérios de Derrite para acusações contra PT e PSDB
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O parlamentar também ressaltou que a omissão diante do avanço do crime marcou a atuação do PSDB em São Paulo, especialmente durante a liderança do atual vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin (PSB-SP), à época na sigla de centro.
Ele declarou que o que fez com que o crime crescesse e se tornasse transnacional foi a combinação entre gestões federal e estadual, caracterizada por “negligência do Estado, ineficiência e falta de priorização no combate ao crime organizado”.
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Derrite ainda citou posicionamentos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre elas, a oposição ao fim das chamadas “saidinhas temporárias” e o apoio à desencarceramento em massa durante a campanha eleitoral de 2018.
Segundo o deputado, essas políticas seriam influenciadas por ideias do “marxismo cultural”, que teriam permeado o Judiciário brasileiro. Ele afirmou que integrantes das Cortes “têm procurado levar essas visões em suas decisões, optando por posturas mais brandas”, e classificou esse fenômeno como uma abordagem romantizada do crime, que desconsidera avaliações técnicas dos especialistas.

